Ricardo Recchia
Amigos. Todos vocês já devem ter visto. A "decoração" de Natal - infelizmente, não há outra maneira de se referir a ela sem estar entre aspas - da Rua Primeiro de Março, da Rua Major Pompeu e adjacências é uma indecência.
Por mais boa vontade que alguém possa ter tido, aqueles coqueiros avulsos com algumas luzes dependuradas está realmente abaixo da crítica. É só nossos representantes da administração conversarem com a população na rua para atestar do que estou falando.
Em termos de comparação: na Rua Campos Salles, um coqueiro desses está defronte de uma residência decorada para o Natal, logo perto de uma farmácia. A decoração do imóvel bate de 10 a 0 na decoração "pública".
Mas o que explica esse vexame para a nossa estância turística ? Falta de planejamento ? Falta de recursos? Desleixo mesmo ? Desavenças políticas entre Associação Comercial e Prefeitura ? Cadê nossa comissão de eventos ? Por que deixar tudo para a última hora ???
Em tempo: quem quer ver uma decoração de Natal convincente precisa atravessar a ponte e ir para a cidade de Igaraçu do Tietê. Vide o SAAE (logo na entrada), a Prefeitura (com a casinha do Papai Noel etc.).
Muitas cidades, estâncias turísticas ou não, procuram nesta época do ano inovar na decoração, promover eventos para atrair consumidores locais, ou mesmo turistas. A "decoração-coqueiro" é uma prova cabal de que estamos ficando mesmo para trás. Perdendo o rumo.
Até mais.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Aos inimigos, a lei
Ricardo Recchia
ricardo_jornalista@yahoo.com.br
(Antes de entrar no assunto, gostaria de dizer que infelizmente o blog ficou desatualizado no último mês. Divido a "culpa" com os meus colaboradores, que não mandaram textos novos para publicação. Estamos reavaliando alguns conceitos - e com certeza teremos mais novidades a partir de agora. Peço a compreensão de todos!)
O vereador Zezinho Biliazzi (PMDB) é a bola da vez da Câmara neste final de 2007. Uma legislatura que se mostrou bastante morna, leniente talvez, em alguns aspectos. Mas o “chacoalhão” veio no final do mês passado, com a notícia da suspensão dos direitos políticos de Zezinho por uma condenação criminal já transitada em julgado – ou seja, última instância.
O advogado do Legislativo, Wanderlei Calvo, deu parecer pela perda de mandato do vereador. Tanto ele, como o presidente da Câmara, Manoel Fabiano, bem como os demais edis, foram unânimes em afirmar que Zezinho terá ampla defesa (a qual deve estar neste momento sendo elaborada). Mas, em conversas de bastidores, advogados contatados pelo blog afirmaram que apenas um fato novo elimina o risco da perda do mandato. Por fato novo, lê-se um habeas corpus, que será apreciado na capital da República.
Talvez o fato em si não seja novidade para nenhum dos (poucos) leitores deste blog. Mas o que eu gostaria de propor é uma outra discussão. Deve um vereador/prefeito/deputado etc. que foi condenado pela Justiça em última instância, por qualquer crime, continuar exercendo seu mandato eletivo? Imagine a situação: um presidente da República, ao se envolver em um acidente de trânsito com vítimas, é condenado e perde o mandato. Como ficariam as nossas instituições? Temos maturidade política para lidar com esta problemática?
Claro que Zezinho não é o Lula, mas a avaliação passa pela esfera público/privado. Ser condenado por suposto estelionato é diferente de ser condenado por compra de votos?
Gostaria de saber a sua opinião.
Até.
OBS: Amigos(as) colaboradores(as) que quiserem mandar seu texto para avaliação podem usar o e-mail acima. Será lido e publicado com prazer.
ricardo_jornalista@yahoo.com.br
(Antes de entrar no assunto, gostaria de dizer que infelizmente o blog ficou desatualizado no último mês. Divido a "culpa" com os meus colaboradores, que não mandaram textos novos para publicação. Estamos reavaliando alguns conceitos - e com certeza teremos mais novidades a partir de agora. Peço a compreensão de todos!)
O vereador Zezinho Biliazzi (PMDB) é a bola da vez da Câmara neste final de 2007. Uma legislatura que se mostrou bastante morna, leniente talvez, em alguns aspectos. Mas o “chacoalhão” veio no final do mês passado, com a notícia da suspensão dos direitos políticos de Zezinho por uma condenação criminal já transitada em julgado – ou seja, última instância.
O advogado do Legislativo, Wanderlei Calvo, deu parecer pela perda de mandato do vereador. Tanto ele, como o presidente da Câmara, Manoel Fabiano, bem como os demais edis, foram unânimes em afirmar que Zezinho terá ampla defesa (a qual deve estar neste momento sendo elaborada). Mas, em conversas de bastidores, advogados contatados pelo blog afirmaram que apenas um fato novo elimina o risco da perda do mandato. Por fato novo, lê-se um habeas corpus, que será apreciado na capital da República.
Talvez o fato em si não seja novidade para nenhum dos (poucos) leitores deste blog. Mas o que eu gostaria de propor é uma outra discussão. Deve um vereador/prefeito/deputado etc. que foi condenado pela Justiça em última instância, por qualquer crime, continuar exercendo seu mandato eletivo? Imagine a situação: um presidente da República, ao se envolver em um acidente de trânsito com vítimas, é condenado e perde o mandato. Como ficariam as nossas instituições? Temos maturidade política para lidar com esta problemática?
Claro que Zezinho não é o Lula, mas a avaliação passa pela esfera público/privado. Ser condenado por suposto estelionato é diferente de ser condenado por compra de votos?
Gostaria de saber a sua opinião.
Até.
OBS: Amigos(as) colaboradores(as) que quiserem mandar seu texto para avaliação podem usar o e-mail acima. Será lido e publicado com prazer.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Amor à Camisa

Paulo Xaparral
Já há quem está reservando dinheiro para assistir aos jogos da seleção canarinho no mundial. Se a Copa 2014, estimada em 4 bilhões de reais, tiver o mesmo tratamento dos Jogos Pan-Americanos realizados este ano no Rio de Janeiro - orçado inicialmente em 400 milhões de reais e ao final gastou-se quase dez vezes mais, o que já está sendo sondado como mais novo alvo de uma CPI - haja dinheiro para a Copa. Usaremos o tema futebol, que é uma das paixões do povo brasileiro, para traçar um paralelo com o sistema político.
Para disputar um campeonato um jogador tem que estar inscrito em uma equipe e na competição. Até aqui o mesmo vale para um candidato que quer pleitear um cargo público, estar filiado a um partido político e ser inscrito no processo eleitoral. Para ser campeão - como exemplo, o campeonato de pontos corridos – a equipe precisa fazer mais pontos que seus adversários, ou no caso de empate, superar o(s) rival(is) no critério de desempate estabelecido antes do início do campeonato.
Por que então, na política não são eleitos os candidatos com maior número de votos? Uma falha na legislação eleitoral permite que candidatos com menos votos sejam eleitos no rastro de companheiros de partido/coligação que conseguiram expressiva votação, superando o tal quociente eleitoral e emprestando seus votos extras. Porém, ao sair de uma equipe de futebol, o atleta continua campeão, tanto como o clube. E o que fazer com o político que se aproveita da estrutura de um partido e/ou coligação para logo após a eleição mudar de partido? O torcedor que é fiel ao seu time nas horas boas e ruins concorda com seu candidato trocar de camisa? Não seria hora de levar a mesma paixão com que o brasileiro tem pelo futebol à política e despachar pra casa todos aqueles que trocam mais de partido que de terno?
Está na hora de refletirmos profundamente o que é ser político, não aceitando vira-casacas, tendo amor pela política tanto quanto pelo futebol e dando cartão vermelho aos políticos se dizem preocupados com o interesse do povo mas que estão apenas de olho nos louros da vitória.
terça-feira, 30 de outubro de 2007
O mito da Estância Turística - Parte 1
Paulo Xaparral
pxaparral@yahoo.com.br
Reza uma lenda, que ao assumir o cargo de presidente de uma empresa, o executivo recebeu uma carta, contendo em seu interior 3 envelopes. Editada pelo ex-presidente, saudava o atual e recomendava que em caso de necessidade extrema, usasse os envelopes lacrados, numerados de 1 a 3.
Na primeira situação em que viu seu cargo em perigo, ele abriu o primeiro envelope, ao qual dizia para colocar a culpa no ex-presidente, estratégia que durou algum tempo. Algum tempo depois, vendo-se em apuros novamente, o executivo abriu o segundo envelope, que dessa vez lhe sugeria colocar a culpa na política econômica do governo. Mais uma vez, safou-se da situação. Ao surgir outra situação indecorosa, ele sorriu antes de abrir o terceiro envelope, certo de outra solução rápida, porém, suas feições se fecharam ao ler: "Após pedir demissão, faça uma carta de recomendação ao próximo presidente com três envelopes lacrados."
Este ano houve em todas as cidades brasileiras de até 140 mil habitantes, e algumas outras com população superior, a contagem da população. A maior utilidade dele é dar à União base para repasse de verbas de acordo com o tamanho da população do município, já que os dados estavam defasados, pois o IBGE normalmente realiza o censo populacional de 5 em 5 anos. Houve protesto de várias cidades quanto aos dados apresentados pelo instituto e nossa cidade não ficou atrás, já que a redução da projeção não foi a esperada e perderia quase um milhão de reais em repasse.
Como trabalhei como recenseador, posso indicar alguns possíveis problemas que ocasionaram a redução da população em nossa cidade.
1) O recenseador contou errado.
2) O morador deu informação errada.
3) O clima de insegurança no país.
4) A população está migrando de cidade à procura de emprego.
O recenseador recebe por produção, ou seja, quanto mais pessoas ele conta, mais ele recebe. Admitamos que houve erro. O mesmo seria para maior, não para menor. Porém, ao assinar o contrato de trabalho temporário, o recenseador garante sigilo e integridade das informações, ou seja, não passará nenhuma informação para qualquer pessoa que não seja o IBGE e não mentirá sobre os dados apresentados, correndo risco de ser processado judicialmente.
Pela má divulgação do Censo pelo Governo Federal, a população confundiu o Censo da contagem da população com o Censo demográfico, onde o primeiro não ocupava mais de 5 minutos do morador, já o segundo ocupava ao menos meia hora. Assim, com pressa, falta de tempo, etc, o morador omitiu a quantidade de moradores para ganhar tempo.
O clima de insegurança que assola o país inibiu os moradores em dar mais informações, devido ao enorme número de golpes na praça por pessoas de má fé. Para isso, contribuiu além da má divulgação pelo Governo Federal, a falta de interesse da prefeitura municipal em ajudar na divulgação da importância do censo para o município.
Então, resta-nos admitir que a população diminuiu devido à falta de empregos na cidade. Para não pensarmos muito, é só lembrar-mos que ficamos um longo período sem Diretor de Turismo e Diretor de Desenvolvimento. Então, voltando ao início do texto, nosso prefeito culpa o IBGE pela perda de habitantes. Justo não?
Pelos números oficiais extraídos do site do IBGE (www.ibge.gov.br), a população de Barra Bonita no ano 2000 era de 35.090 habitantes, e agora conta com 35.487 habitantes.
Por ser uma estância turística, nossa cidade recebe uma verba para manutenção da cidade. Mas, ao mesmo tempo, há alguns impostos que são maiores, para digamos, evitar a instalação de indústrias que possam afetar as belezas naturais.
Pois bem, estamos frente a uma encruzilhada e é hora de decidir. Queremos uma cidade turística, explorando nosso potencial, integrando-nos a outras cidades da região e assim criando um pólo turístico no interior do estado? Ou queremos uma cidade industrial, com a geração de empregos, investimento em infra-estrutura, descontos fiscais para atrair empresários com capital para investir e fomentar o crescimento da cidade?
Enquanto isso, a culpa continua sendo do IBGE...
(Continua)
pxaparral@yahoo.com.br
Reza uma lenda, que ao assumir o cargo de presidente de uma empresa, o executivo recebeu uma carta, contendo em seu interior 3 envelopes. Editada pelo ex-presidente, saudava o atual e recomendava que em caso de necessidade extrema, usasse os envelopes lacrados, numerados de 1 a 3.
Na primeira situação em que viu seu cargo em perigo, ele abriu o primeiro envelope, ao qual dizia para colocar a culpa no ex-presidente, estratégia que durou algum tempo. Algum tempo depois, vendo-se em apuros novamente, o executivo abriu o segundo envelope, que dessa vez lhe sugeria colocar a culpa na política econômica do governo. Mais uma vez, safou-se da situação. Ao surgir outra situação indecorosa, ele sorriu antes de abrir o terceiro envelope, certo de outra solução rápida, porém, suas feições se fecharam ao ler: "Após pedir demissão, faça uma carta de recomendação ao próximo presidente com três envelopes lacrados."
Este ano houve em todas as cidades brasileiras de até 140 mil habitantes, e algumas outras com população superior, a contagem da população. A maior utilidade dele é dar à União base para repasse de verbas de acordo com o tamanho da população do município, já que os dados estavam defasados, pois o IBGE normalmente realiza o censo populacional de 5 em 5 anos. Houve protesto de várias cidades quanto aos dados apresentados pelo instituto e nossa cidade não ficou atrás, já que a redução da projeção não foi a esperada e perderia quase um milhão de reais em repasse.
Como trabalhei como recenseador, posso indicar alguns possíveis problemas que ocasionaram a redução da população em nossa cidade.
1) O recenseador contou errado.
2) O morador deu informação errada.
3) O clima de insegurança no país.
4) A população está migrando de cidade à procura de emprego.
O recenseador recebe por produção, ou seja, quanto mais pessoas ele conta, mais ele recebe. Admitamos que houve erro. O mesmo seria para maior, não para menor. Porém, ao assinar o contrato de trabalho temporário, o recenseador garante sigilo e integridade das informações, ou seja, não passará nenhuma informação para qualquer pessoa que não seja o IBGE e não mentirá sobre os dados apresentados, correndo risco de ser processado judicialmente.
Pela má divulgação do Censo pelo Governo Federal, a população confundiu o Censo da contagem da população com o Censo demográfico, onde o primeiro não ocupava mais de 5 minutos do morador, já o segundo ocupava ao menos meia hora. Assim, com pressa, falta de tempo, etc, o morador omitiu a quantidade de moradores para ganhar tempo.
O clima de insegurança que assola o país inibiu os moradores em dar mais informações, devido ao enorme número de golpes na praça por pessoas de má fé. Para isso, contribuiu além da má divulgação pelo Governo Federal, a falta de interesse da prefeitura municipal em ajudar na divulgação da importância do censo para o município.
Então, resta-nos admitir que a população diminuiu devido à falta de empregos na cidade. Para não pensarmos muito, é só lembrar-mos que ficamos um longo período sem Diretor de Turismo e Diretor de Desenvolvimento. Então, voltando ao início do texto, nosso prefeito culpa o IBGE pela perda de habitantes. Justo não?
Pelos números oficiais extraídos do site do IBGE (www.ibge.gov.br), a população de Barra Bonita no ano 2000 era de 35.090 habitantes, e agora conta com 35.487 habitantes.
Por ser uma estância turística, nossa cidade recebe uma verba para manutenção da cidade. Mas, ao mesmo tempo, há alguns impostos que são maiores, para digamos, evitar a instalação de indústrias que possam afetar as belezas naturais.
Pois bem, estamos frente a uma encruzilhada e é hora de decidir. Queremos uma cidade turística, explorando nosso potencial, integrando-nos a outras cidades da região e assim criando um pólo turístico no interior do estado? Ou queremos uma cidade industrial, com a geração de empregos, investimento em infra-estrutura, descontos fiscais para atrair empresários com capital para investir e fomentar o crescimento da cidade?
Enquanto isso, a culpa continua sendo do IBGE...
(Continua)
domingo, 28 de outubro de 2007
A nova “Idade das trevas!”
Alex Eduardoalexeduardo2008@hotmail.com
Sempre tive a fiel convicção de que o futuro é a repetição do passado. Se observarmos a história teremos a constatação de que isso é verdade. Sempre existiram as mesmas guerras, as mesmas diferenças e adivinhem: os mesmo políticos.
Eu até já devia estar acostumado, pois toda véspera de ano eleitoral é sempre a mesma coisa. Desesperados, por ter de cumprir com as obrigações da Lei Complementar nº. 101, de 4 de maio de 2000, que estabelece a chamada Lei de Responsabilidade Fiscal, as administrações públicas correm contra o tempo enxugando gastos aqui e acolá, para que o Chefe do Executivo possa passar o cargo com os registros contábeis em ordem.
O primeiro gasto a ser estrangulado pelos “administradores” é a iluminação pública. Praças, passarelas e prédios públicos têm sua iluminação (que é paga por nós) cortada, arrastando as cidades a uma nova “idade das trevas”. Contudo do que adianta entregar as contas em dia sendo que a infra-estrutura ou está obsoleta ou nem existe por ocasião do descaso das autoridades.
Quando o novo Chefe do Executivo assumir, surgirão os pedidos de reparos e benfeitorias e, adivinhem qual será a resposta? “Estamos esperando a captação de verbas” (impostos) ou “temos um projeto de melhoria”. Ou seja, é sempre a mesma história que todos já conhecem. Mas é como eu disse. Eu já devia estar acostumado.
O que podemos fazer é tentar sobreviver a mais essa “idade das trevas” esperando que logo chegue a “idade da razão” para nos libertar dessa fase de ignorância. Quando essa fase acabará? Quem sabe no dia 5 de outubro de 2008. Isso depende de você!
o
Flagrante do abandono: Passarelas sem iluminação que estão sendo alvos de vândalos e criminosos. Além do acúmulo de sujeira os postes de iluminação estão desligados. Outros nem lâmpadas possuem.
o
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terça-feira, 23 de outubro de 2007
Desta vez será diferente?
Começa a ganhar corpo no Jardim Brasil uma associação de amigos do bairro.
No dia 12 de Outubro, feriado nacional, crianças receberam doces e presentes, algo raro por lá.
A principal reivindicação dos moradores continua sendo um espaço de lazer decente. A quadra de esportes (ao fundo) está deteriorada.
Foto: Ricardo Recchia
Nunca mais outra vez
Ricardo Recchia
ricardorecchia@hotmail.com
P.R. Mano e seus colegas de rap do Jardim Brasil – Água Braba, para os barra-bonitenses da gema – estão indignados com o descaso dos políticos da cidade. Seja no Palacete Hermínio de Lima ou na Câmara Municipal. Na realidade, estão mais cansados ainda de promessas não cumpridas, dizem.
O Mano, ou o lavrador Paulo Rogério Meira, nome de batismo, conta que foram tantas as promessas que eles acabaram acreditando! “Teremos um projeto de hip hop para toda a comunidade”. “Vou ajudá-los nas excursões para fora da cidade com a galera”. “O Jardim Brasil será o foco da minha administração”, foram algumas das bravatas ouvidas no ano de 2004, às vésperas das eleições municipais.
Ocorre que agora eles não querem mais ouvir promessas. Ficar esperando mais quatro anos pela “boa vontade” de alguém. Já que falar de política cultural em Barra Bonita é uma piada, como se dissermos que teremos em breve um aeroporto internacional por aqui.
O povo quer ação... E com urgência. Percebemos que “ganhar” o voto dessa comunidade vai ser mais difícil no ano que vem. Se os candidatos, e esperamos que sim, agirem pelo princípio legal. Se tiver novamente a descarada compra de votos, um ou outro cidadão embarca na onda. Afinal, quem tem pouco, o que tem a perder? Infelizmente, não há ainda consciência de que uma atitude tomada em poucos segundos irá refletir pelos próximos quatro anos.
Na sexta 12 de Outubro, feriado nacional da padroeira oficial do Brasil, a galera do Jardim Brasil organizou uma festa na quadra de esportes do bairro, para toda a comunidade. Teve distribuição de doces e presentes para a garotada. Estavam contentes. Perceberam que podem fazer muito com pouco, basta se unir. Mesmo sabendo que já tem gente de olho no voto eles (alguns políticos circulavam pela festa) não dá para desanimar.
Soubemos que uma associação de amigos do bairro começa a tomar corpo no Jardim Brasil. Esperamos que não seja uma associação de fachada, mas o início de uma representatividade digna para aqueles moradores. Os trabalhadores merecem ser respeitados e precisam de alguém que defenda os seus direitos.
OBS: Bom, eu sei que a Câmara Municipal está pegando fogo. Uma decisão da Justiça local suspendeu o projeto de lei do prefeito Mário Teixeira que prevê a doação de lotes para a criação do bairro Sonho Nosso V. Mas este é um assunto para mais tarde. Abraços!
ricardorecchia@hotmail.com
P.R. Mano e seus colegas de rap do Jardim Brasil – Água Braba, para os barra-bonitenses da gema – estão indignados com o descaso dos políticos da cidade. Seja no Palacete Hermínio de Lima ou na Câmara Municipal. Na realidade, estão mais cansados ainda de promessas não cumpridas, dizem.
O Mano, ou o lavrador Paulo Rogério Meira, nome de batismo, conta que foram tantas as promessas que eles acabaram acreditando! “Teremos um projeto de hip hop para toda a comunidade”. “Vou ajudá-los nas excursões para fora da cidade com a galera”. “O Jardim Brasil será o foco da minha administração”, foram algumas das bravatas ouvidas no ano de 2004, às vésperas das eleições municipais.
Ocorre que agora eles não querem mais ouvir promessas. Ficar esperando mais quatro anos pela “boa vontade” de alguém. Já que falar de política cultural em Barra Bonita é uma piada, como se dissermos que teremos em breve um aeroporto internacional por aqui.
O povo quer ação... E com urgência. Percebemos que “ganhar” o voto dessa comunidade vai ser mais difícil no ano que vem. Se os candidatos, e esperamos que sim, agirem pelo princípio legal. Se tiver novamente a descarada compra de votos, um ou outro cidadão embarca na onda. Afinal, quem tem pouco, o que tem a perder? Infelizmente, não há ainda consciência de que uma atitude tomada em poucos segundos irá refletir pelos próximos quatro anos.
Na sexta 12 de Outubro, feriado nacional da padroeira oficial do Brasil, a galera do Jardim Brasil organizou uma festa na quadra de esportes do bairro, para toda a comunidade. Teve distribuição de doces e presentes para a garotada. Estavam contentes. Perceberam que podem fazer muito com pouco, basta se unir. Mesmo sabendo que já tem gente de olho no voto eles (alguns políticos circulavam pela festa) não dá para desanimar.
Soubemos que uma associação de amigos do bairro começa a tomar corpo no Jardim Brasil. Esperamos que não seja uma associação de fachada, mas o início de uma representatividade digna para aqueles moradores. Os trabalhadores merecem ser respeitados e precisam de alguém que defenda os seus direitos.
OBS: Bom, eu sei que a Câmara Municipal está pegando fogo. Uma decisão da Justiça local suspendeu o projeto de lei do prefeito Mário Teixeira que prevê a doação de lotes para a criação do bairro Sonho Nosso V. Mas este é um assunto para mais tarde. Abraços!
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Cada um na sua... mas com alguma coisa em comum?
Ricardo Recchia
ricardorecchia@hotmail.com
Pesquisando um pouquinho, descobrimos os nomes de ALGUNS filiados aos principais partidos políticos da cidade que pleiteiam um lugar ao sol na próxima eleição.
Resumo da ópera: a maioria deve bater na porta de sua casa (ou dar um tapinha nas suas costas) pedindo voto.
Fizemos questão de divulgar abaixo alguns desses nomes, o que não significa, porém, que eles SÃO realmente candidatos ou que vão CONCORRER a algo. Estão apenas filiados aos partidos políticos.
É bom saber de que lado estão. Quais são as suas siglas... PDT, PRB, PSDC, PQP... Porque, em alguns casos, falar de ideologia, como Republicanos e Democratas, Socialistas e Trabalhistas, etc, pode soar como piada de mau gosto.
A situação está para brincadeira?
Partido Progressista (PP): Jorge Alexandrino, Dra. Isabel Marcato, Tonho do Gato, Maura Testa, Bi Cezar, Danielzinho, Cleiton da Dança de Rua etc.
Partido Social Democrata Cristão (PSDC): De Luca, Gervabom, Carira, Bressanin, Laureangela, Jaime Leonel etc.
Democratas (DEM): Ari Gabriel, Jorge de Assis (presidente da AABB), etc.
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB): Zezinho Biliazzi, Airton Skromov (do El Puerto) etc.
Partido Verde (PV): Sérgio Grana, Rato do Skate, Flávio Teixeira, etc.
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB): Manezinho, Cláudio do Açougue, Guerrinha, Constantino etc.
Partido dos Trabalhadores (PT): Matheus Stangherlin, Marcelo Cavinato, Jair José dos Santos
Partido Republicano Brasileiro (PRB): Dra. Sonia Belarmino, Ediluza, Diva Melo, Lucas Antunes, Jairo Meschiato, Joaozinho Boareto, entre outros
Partido Comunista do Brasil (PC do B): os companheiros do Prefeito Mário Teixeira
Partido Democrático Trabalhista (PDT): Sandro Alponte (ex-JB e RB), Paul das Girls (sim, ele voltou).
P.S.: Quem tiver mais nomes para a lista, por favor, nos envie. Agradecemos.
ricardorecchia@hotmail.com
Pesquisando um pouquinho, descobrimos os nomes de ALGUNS filiados aos principais partidos políticos da cidade que pleiteiam um lugar ao sol na próxima eleição.
Resumo da ópera: a maioria deve bater na porta de sua casa (ou dar um tapinha nas suas costas) pedindo voto.
Fizemos questão de divulgar abaixo alguns desses nomes, o que não significa, porém, que eles SÃO realmente candidatos ou que vão CONCORRER a algo. Estão apenas filiados aos partidos políticos.
É bom saber de que lado estão. Quais são as suas siglas... PDT, PRB, PSDC, PQP... Porque, em alguns casos, falar de ideologia, como Republicanos e Democratas, Socialistas e Trabalhistas, etc, pode soar como piada de mau gosto.
A situação está para brincadeira?
Partido Progressista (PP): Jorge Alexandrino, Dra. Isabel Marcato, Tonho do Gato, Maura Testa, Bi Cezar, Danielzinho, Cleiton da Dança de Rua etc.
Partido Social Democrata Cristão (PSDC): De Luca, Gervabom, Carira, Bressanin, Laureangela, Jaime Leonel etc.
Democratas (DEM): Ari Gabriel, Jorge de Assis (presidente da AABB), etc.
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB): Zezinho Biliazzi, Airton Skromov (do El Puerto) etc.
Partido Verde (PV): Sérgio Grana, Rato do Skate, Flávio Teixeira, etc.
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB): Manezinho, Cláudio do Açougue, Guerrinha, Constantino etc.
Partido dos Trabalhadores (PT): Matheus Stangherlin, Marcelo Cavinato, Jair José dos Santos
Partido Republicano Brasileiro (PRB): Dra. Sonia Belarmino, Ediluza, Diva Melo, Lucas Antunes, Jairo Meschiato, Joaozinho Boareto, entre outros
Partido Comunista do Brasil (PC do B): os companheiros do Prefeito Mário Teixeira
Partido Democrático Trabalhista (PDT): Sandro Alponte (ex-JB e RB), Paul das Girls (sim, ele voltou).
P.S.: Quem tiver mais nomes para a lista, por favor, nos envie. Agradecemos.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Bem-vindo!!
Ricardo Recchia
ricardorecchia@hotmail.com
Domingo, 5 de outubro de 2008. Daqui a exatamente um ano, iremos escolher nove vereadores e um prefeito. O Chefe do Executivo, aquele cidadão que governará Barra Bonita pelo quadriênio 2009/2012.
Sim, prezado internauta (e)leitor, é bastante tempo. Talvez por isso, devemos tomar certos cuidados ao digitar os números na urna eletrônica, seja para o indivíduo ocupar a cadeira no Palacete Hermínio de Lima ou uma das nove vagas na Câmara Municipal. É que em quatro anos muita coisa pode mudar... Para melhor ou para pior, depende da sua escolha.
Visando as eleições municipais de 2008, criamos este blog, denominado Barra Bonita 2008, para apontar as propostas dos candidatos e denunciar possíveis irregularidades.
Lembre-se: maus políticos querem eleitores com baixa informação sobre política, com pouco interesse nos assuntos políticos, que não costumam integrar associações políticas, como partidos; e, principalmente, que não cobram seus representantes.
Aqui, nós propomos justamente o contrário. E contamos com a sua colaboração.
Queremos discutir democraticamente o processo eleitoral, o compromisso real dos candidatos. É preciso o compromisso de todos com a responsabilidade política, expressão de uma verdadeira cultura de cidadania.
Confira abaixo o calendário das eleições municipais de 2008 em PDF:
http://www.tse.gov.br/downloads/eleicoes2008/r22579.pdf
Informações importantes:
* Regras gerais para comentários
1. Tenha equilíbrio na disposição das idéias. Seja educado.
2. Se declarar que não gostou, explique o motivo.
3. Comentários indelicados, despropositados e sem respeitar as regras do blog serão deletados.
* Toda e qualquer informação postada é de inteira responsabilidade de seu autor. O moderador não se responsabiliza pela opinião expressa de qualquer um dos participantes.
ricardorecchia@hotmail.com
Domingo, 5 de outubro de 2008. Daqui a exatamente um ano, iremos escolher nove vereadores e um prefeito. O Chefe do Executivo, aquele cidadão que governará Barra Bonita pelo quadriênio 2009/2012.
Sim, prezado internauta (e)leitor, é bastante tempo. Talvez por isso, devemos tomar certos cuidados ao digitar os números na urna eletrônica, seja para o indivíduo ocupar a cadeira no Palacete Hermínio de Lima ou uma das nove vagas na Câmara Municipal. É que em quatro anos muita coisa pode mudar... Para melhor ou para pior, depende da sua escolha.
Visando as eleições municipais de 2008, criamos este blog, denominado Barra Bonita 2008, para apontar as propostas dos candidatos e denunciar possíveis irregularidades.
Lembre-se: maus políticos querem eleitores com baixa informação sobre política, com pouco interesse nos assuntos políticos, que não costumam integrar associações políticas, como partidos; e, principalmente, que não cobram seus representantes.
Aqui, nós propomos justamente o contrário. E contamos com a sua colaboração.
Queremos discutir democraticamente o processo eleitoral, o compromisso real dos candidatos. É preciso o compromisso de todos com a responsabilidade política, expressão de uma verdadeira cultura de cidadania.
Confira abaixo o calendário das eleições municipais de 2008 em PDF:
http://www.tse.gov.br/downloads/eleicoes2008/r22579.pdf
Informações importantes:
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1. Tenha equilíbrio na disposição das idéias. Seja educado.
2. Se declarar que não gostou, explique o motivo.
3. Comentários indelicados, despropositados e sem respeitar as regras do blog serão deletados.
* Toda e qualquer informação postada é de inteira responsabilidade de seu autor. O moderador não se responsabiliza pela opinião expressa de qualquer um dos participantes.
Desfile Cívico ou Político?
Paulo Xaparral
pxaparral@yahoo.com.br
Após muitos anos sem ser realizado, aconteceu pelo segundo ano consecutivo no último dia sete de setembro o desfile em homenagem ao Dia da Independência em nossa Barra Bonita. Idealizado em 2006 pelo bombeiro André Luís dos Santos, e abraçado pela administração municipal como um todo, o evento surpreendeu, após o fracasso do show do NX Zero realizado pela Cicrabb.
Após as apresentações oficiais, entoação dos hinos Nacional e à bandeira, do desfile militar, onde até a guarda municipal recém-criada foi apresentada devidamente uniformizada e motorizada - pagando até mico - veio o desfile civil. Talvez já prevendo a chatisse que estava por vir, o responsável pelo som tocou axé, algo comum a qualquer intervalo em evento, mas não em um desfile como aquele.
Antes, porém, devemos aqui parabenizar professores, alunos e demais responsáveis pelas apresentações, estavam impecáveis na criatividade, na alegria, no orgulho por participar, e por que não, pela paciência, devido ao sol e calor intensos.
Mas algo de estranho aconteceu. A apresentação de programas sociais desenvolvidos, incluindo referência ao programa Bolsa Família do governo federal, apostilamento do ensino nas escolas municipais, faculdade gratuita, tomou caráter político. O desfile cansou o público, incluindo turistas que acompanharam o trajeto.
Ano que vem, não esqueçamos, é ano de eleições municipais. Que aconteça o desfile, com mais público, mais atrações. Que a Barra possa apresentar uma fanfarra decente. Mas, por favor, não o tornem político.
pxaparral@yahoo.com.br
Após muitos anos sem ser realizado, aconteceu pelo segundo ano consecutivo no último dia sete de setembro o desfile em homenagem ao Dia da Independência em nossa Barra Bonita. Idealizado em 2006 pelo bombeiro André Luís dos Santos, e abraçado pela administração municipal como um todo, o evento surpreendeu, após o fracasso do show do NX Zero realizado pela Cicrabb.
Após as apresentações oficiais, entoação dos hinos Nacional e à bandeira, do desfile militar, onde até a guarda municipal recém-criada foi apresentada devidamente uniformizada e motorizada - pagando até mico - veio o desfile civil. Talvez já prevendo a chatisse que estava por vir, o responsável pelo som tocou axé, algo comum a qualquer intervalo em evento, mas não em um desfile como aquele.
Antes, porém, devemos aqui parabenizar professores, alunos e demais responsáveis pelas apresentações, estavam impecáveis na criatividade, na alegria, no orgulho por participar, e por que não, pela paciência, devido ao sol e calor intensos.
Mas algo de estranho aconteceu. A apresentação de programas sociais desenvolvidos, incluindo referência ao programa Bolsa Família do governo federal, apostilamento do ensino nas escolas municipais, faculdade gratuita, tomou caráter político. O desfile cansou o público, incluindo turistas que acompanharam o trajeto.
Ano que vem, não esqueçamos, é ano de eleições municipais. Que aconteça o desfile, com mais público, mais atrações. Que a Barra possa apresentar uma fanfarra decente. Mas, por favor, não o tornem político.
Fidelidade partidária
Guilherme Belarmino
guibelarmino@yahoo.com.br
No último dia 4, a mais alta corte de nosso país pronunciou-se sobre a fidelidade partidária, ou seja, esposou sua opinião sobre o já tradicional troca-troca partidário.
Isso mesmo, o STF teve que se pronunciar em relação a esse assunto que tanto tem desgastado a imagem de nossos parlamentares. Contudo, antes de adentrarmos no conteúdo da matéria, não podemos nos esquivar da questão que, pessoalmente, considero o cerne de toda discussão.
Na República Federativa do Brasil, desde um simples cidadão até a nossa mais alta Corte de Justiça, o STF, tem que se reverenciar a Constituição Federal, ou seja, em “tese” tem que obedecer sistematicamente o seu conteúdo. Ocorre que, na prática isso não vem ocorrendo, pois, em seu artigo 2º, ela reza que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, ou seja, cada um tem sua função específica, devendo obrigatoriamente que respeitar os seus limites, haja vista, que o Poder Judiciário está legislando positivamente, por exemplo, no caso da fidelidade, onde ele introduz uma regra não disciplinada pelo ordenamento jurídico, o que não é permitido, pois, o artigo 22, inciso I, de nossa Constituição Federal, dispõe que somente a União tem capacidade para legislar sobre direito eleitoral, na prática, o Congresso Nacional é o único órgão competente pra criar leis sobre a referida matéria, ocorre que, ao se abster de legislar sobre alguns temas, o Poder Judiciário, usurpando a função legislativa, acaba criando uma aberração jurídica.
Quanto à fidelidade em strictu sensu, acredito que foi um passo positivo, contudo, precisamos fortalecer os partidos políticos, tornando-os mais democráticos, pois, geralmente são dominados por oligarquias políticas, onde um simples cidadão não tem acesso.
guibelarmino@yahoo.com.br
No último dia 4, a mais alta corte de nosso país pronunciou-se sobre a fidelidade partidária, ou seja, esposou sua opinião sobre o já tradicional troca-troca partidário.
Isso mesmo, o STF teve que se pronunciar em relação a esse assunto que tanto tem desgastado a imagem de nossos parlamentares. Contudo, antes de adentrarmos no conteúdo da matéria, não podemos nos esquivar da questão que, pessoalmente, considero o cerne de toda discussão.
Na República Federativa do Brasil, desde um simples cidadão até a nossa mais alta Corte de Justiça, o STF, tem que se reverenciar a Constituição Federal, ou seja, em “tese” tem que obedecer sistematicamente o seu conteúdo. Ocorre que, na prática isso não vem ocorrendo, pois, em seu artigo 2º, ela reza que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, ou seja, cada um tem sua função específica, devendo obrigatoriamente que respeitar os seus limites, haja vista, que o Poder Judiciário está legislando positivamente, por exemplo, no caso da fidelidade, onde ele introduz uma regra não disciplinada pelo ordenamento jurídico, o que não é permitido, pois, o artigo 22, inciso I, de nossa Constituição Federal, dispõe que somente a União tem capacidade para legislar sobre direito eleitoral, na prática, o Congresso Nacional é o único órgão competente pra criar leis sobre a referida matéria, ocorre que, ao se abster de legislar sobre alguns temas, o Poder Judiciário, usurpando a função legislativa, acaba criando uma aberração jurídica.
Quanto à fidelidade em strictu sensu, acredito que foi um passo positivo, contudo, precisamos fortalecer os partidos políticos, tornando-os mais democráticos, pois, geralmente são dominados por oligarquias políticas, onde um simples cidadão não tem acesso.
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