
Por Ricardo Recchia
Depois de meses de especulação, acabou o mistério. A assessora de imprensa do governo José Carlos de Mello Teixeira, mais conhecido como Nenê, será a jornalista Gláucia Copedê Piovesan. O nome da jornalista deve ser anunciado nos próximos dias pelo prefeito eleito.
Gláucia Piovesan é uma jornalista experiente em administração pública, e fez mestrado na Unesp de Bauru. Desempenhou a função de assessora do ex-prefeito de Pederneiras, Dr. Rubens Emil Cury, por oito anos (1997-2004).
Depois, foi assessora de imprensa da prefeitura de Jaú por quatro anos consecutivos (2005-2008).
Gláucia com certeza fará um ótimo trabalho na prefeitura de Barra Bonita. Acredito que ela se adaptará muito bem a cidade, que é mais sossegada que Jaú.
Para mim, a escolha da jornalista também traz um certo alívio. Estava com o saco cheio de ouvir por aí “Ricardo, o assessor de imprensa do Nenê”, ou “Quando vão te chamar para ser assessor de imprensa?”.
Felizmente, acho que tenho mais amigos que inimigos.
Sabe por quê?
Fiquei sabendo que pessoas espalharam pelos quatro cantos da cidade que este blog foi criado para defender a candidatura de José Carlos de Mello Teixeira.
Fiquei sabendo que a Campanha Voto Limpo (imaginem só!), foi criada para apoiar a campanha do Nenê. Sabe-se que o Nenê ignorou completamente a campanha. Não foi na apresentação da Campanha, e tampouco participou da Caminhada pelo Voto Limpo. Nem mandou representante.
Fiquei sabendo ainda que (as mesmas) pessoas espalharam por aí que a assessoria de imprensa da prefeitura da Barra no quadriênio 2009-2012 ficaria comigo ou com o meu colega Gabriel Ottoboni. Tudo isso, é claro, para tentar desacreditar o profissional que cumpre o seu papel com seriedade.
Ou, ainda, para tentar abalar a nossa credibilidade.
Mas, como eu disse anteriormente, eu tenho amigos, que me colocam a par da situação. Eu também estou no jornalismo para fazer amigos.
Só me dá pena saber que essas pessoas, quando forem realmente diplomadas na profissão, levem para as redações um espírito individualista, que pese apenas o “ter” em detrimento do “ser”.
Ou, ainda, para tentar abalar a nossa credibilidade.
Mas, como eu disse anteriormente, eu tenho amigos, que me colocam a par da situação. Eu também estou no jornalismo para fazer amigos.
Só me dá pena saber que essas pessoas, quando forem realmente diplomadas na profissão, levem para as redações um espírito individualista, que pese apenas o “ter” em detrimento do “ser”.
Vou sempre continuar achando que jornalismo é equipe. E não se faz jornal sozinho.
Infelizmente, a nossa classe de jornalista não é corporativista, como são os médicos, os advogados, etc.
O ego fala mais alto. Nesse caso, quem é mais importante: a notícia ou o jornalista???
Obrigado.